Antes de dar início ao blog propriamente dito, achei por bem fazer uma declaração pública, sem direito de resposta, a todos os eventuais leitores que possam querer mitigar o seu excesso de tempo com uma breve visita a esta página.
O seu conceito nasceu, num belo dia outonal, duma simples expressão masculina, mas posta ad contrarium: "Eu tirava-lhe uma!" Homens e mulheres, por esta altura todos entenderam bem qual terá sido a expressão original e, àqueles que a não alcançaram, sugiro uma leitura atenta à poesia de andaime em que assentava a nossa construção civil quando a betonagem era feita por tugas, ou, em alternativa, uma observação à reacção de um grupo de homens burgessos quando um belo contorno feminino lhes passa mais perto. Adiante!
Num belo dia outonal, dizia eu, andava distraído a ouvir um das minhas centenas de álbuns de música quando, no meio daquele agradável som, me surgiu algo de horripilante: uma canção sem dó (nem piedade ou outras notas musicais), dilacerou-me os ouvidos a pontos de desejar que acabasse depressa. E acabou. Ai, "next track" se não acabou!
Daí até aqui, foi uma questão de surgir a oportunidade de exprimir e partilhar o meu gosto musical (certamente tão criticável quanto o vosso) e, sobretudo, de fermentar a ideia num lindo bolo de iogurte, daqueles mesmo feitos pela nossa avó, para que todos possam provar a sua fatia.
Pois então, que vos aprouve esta prosa que vos deixo...
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